Preço baixo, marca de confiança e ficha técnica que resolve o básico são características em comum entre os celulares mais vendidos no e-commerce, que incluem modelos de Samsung, Motorola e Apple no topo das vendas de smartphones na internet brasileira. Do Galaxy A07, modelo mais barato da Samsung, até o iPhone 17, líder de vendas na categoria da Amazon, esses aparelhos aparecem repetidamente nas primeiras posições dos rankings de marketplaces como Amazon e Mercado Livre.
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Nesta seleção, reunimos seis dos celulares mais vendidos no país, avaliados pelo TechTudo e por outros sites especializados, com preços que vão de R$ 699, com o Motorola Moto G06, a R$ 5.799, com o iPhone 17, da Apple. É importante mencionar que os valores e as posições nos rankings de vendas foram checados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026.
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iPhone 17 é o último da lista, disponível por R$ 5.799
Brenda Santos/TechTudo
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6 celulares mais vendidos no Brasil na internet:
Motorola Moto G06 — o 2º mais vendido do Mercado Livre por menos de R$ 700;
Samsung Galaxy A07 — o celular mais barato da Samsung entre os mais vendidos da Amazon;
Samsung Galaxy A17 — líder de vendas no Mercado Livre e vice-líder na Amazon;
Motorola Moto G86 — o intermediário da Motorola que também aparece no top seis da Amazon;
Samsung Galaxy A57 — o intermediário premium que conquistou o pódio da Amazon;
Apple iPhone 17 — o iPhone mais vendido na categoria de celulares da Amazon.
Como escolhemos os celulares?
Consideramos o ranking de vendas de celulares na Amazon e Mercado Livre. Também levamos em conta as avaliações do TechTudo e de veículos internacionais como o Tech Advisor, para garantir que os aparelhos mais vendidos também entregam uma boa experiência de uso. A ordem segue o valor à vista nas lojas parceiras, do mais barato ao mais caro.
O que explica o sucesso desses celulares?
Preço competitivo: boa parte dos modelos mais vendidos fica na faixa de entrada ou intermediária, o que amplia bastante o público capaz de comprá-los.
Marca reconhecida: Samsung, Motorola e Apple têm forte presença no Brasil, o que gera mais confiança na hora da compra.
Disponibilidade constante: aparelhos com alto volume de vendas costumam ter estoque regular nas principais lojas online, o que facilita encontrar boas promoções.
Ficha técnica equilibrada: mesmo os modelos mais básicos da lista entregam bateria de longa duração e desempenho suficiente para tarefas do dia a dia.
Avaliações positivas: notas altas em reviews e nas próprias lojas ajudam a reforçar a confiança de quem está decidindo a compra.
1. Motorola Moto G06 (128 GB) — a partir de R$ 699
Lançado em setembro de 2025, o Moto G06 abre a lista como o mais barato e como o 2º celular mais vendido do Mercado Livre. O corpo de 194 g tem acabamento em couro sintético que disfarça bem as marcas de dedo, e a Motorola ainda inclui uma capinha transparente na caixa, item raro nessa faixa de preço.
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A tela de 6,88 polegadas, com resolução HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, ajuda a deixar a rolagem de páginas mais fluida, embora as cores fiquem um pouco menos vivas do que em painéis mais avançados. O processador Helio G81, aliado a 4 GB de RAM, dá conta de tarefas simples e até de jogos leves, como Pokémon Unite, ainda que aplicativos mais pesados levem um tempinho a mais para carregar.
A câmera principal de 50 MP se destaca pela naturalidade das cores, sem o exagero de saturação comum em rivais da categoria, embora o foco automático demore para acompanhar objetos em movimento e o zoom praticamente não exista, já que não há lente teleobjetiva. Já a bateria de 5.200 mAh garante folga para mais de um dia de uso, com a ressalva de que o carregamento fica limitado a 10 W e o carregador não acompanha o aparelho.
O sistema roda em Android 15 com a camada Hello UI da Motorola, que soma recursos próprios, como o Moto Unplugged, à presença de vários aplicativos pré-instalados. Atualmente, o Moto G06 sai por R$ 699 no Mercado Livre na opção de 128 GB.
Prós: bateria de longa duração; cores naturais e fiéis na câmera principal; tela grande com 120 Hz.
Contras: carregamento lento e sem carregador na caixa; poucos anos de atualização de software; muitos aplicativos pré-instalados.
2. Samsung Galaxy A07 (128 GB) — a partir de R$ 775
Lançado em setembro de 2025, o Galaxy A07 é o celular mais barato do catálogo atual da Samsung e um dos mais vendidos da Amazon na categoria. Durante os testes do TechTudo, Filipe Salles usou o aparelho por duas semanas e notou que a experiência no dia a dia superou o que a ficha técnica modesta prometia.
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De acordo com a análise, o celular consegue rodar bem WhatsApp, outras redes sociais e outras tarefas do cotidiano sem travamentos frequentes. Além disso, o processador MediaTek G99, com 4 GB de RAM, também deu conta de jogos leves, como eFootball e Free Fire.
A configuração deixa bem claro que este é um celular básico, mas, na prática, a experiência durante os 15 dias de uso foi melhor do que a ficha técnica pode sugerir. A resposta aos toques também foi ágil. Mesmo com vários apps abertos, o celular manteve uma experiência razoavelmente fluida para as atividades comuns.
A tela de 6,7 polegadas, do tipo PLS LCD com resolução HD+, ficou como o principal ponto fraco da análise, já que não conta com proteção Gorilla Glass e tem brilho limitado. Por outro lado, a bateria de 5.000 mAh chegou a durar cerca de 45 horas em uso moderado, e a Samsung garante seis anos de atualizações para o modelo. O Galaxy A07 de 128 GB está disponível por R$ 775 na Amazon.
Prós: desempenho surpreendente para tarefas básicas e jogos leves; bateria com boa autonomia; seis anos de atualização de software; entrada de áudio P2 e certificação IP54.
Contras: tela sem Gorilla Glass, com resolução e brilho limitados; câmeras básicas, com vídeo pouco estável; carregador de apenas 15 W na caixa; sem NFC nem 5G.
3. Samsung Galaxy A17 (128 GB) — a partir de R$ 797
Líder de vendas na categoria de celulares do Mercado Livre e vice-líder na Amazon, o Galaxy A17 chegou ao Brasil em setembro de 2025 com uma tela Super AMOLED, recurso ainda incomum entre aparelhos de entrada. Durante 15 dias de testes, o TechTudo avaliou o aparelho em tarefas do dia a dia, jogos leves e uso prolongado.
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Julia Rabaça/TechTudo
A tela Full HD+ de 6,7 polegadas entrega cores vivas e bom contraste, embora o brilho de 800 nits limite um pouco a visibilidade sob sol forte. A câmera principal de 50 MP, agora com estabilização óptica, evoluiu em relação à geração anterior e entregou boas fotos tanto de dia quanto à noite.
Para quem está comprando um celular novo e não pode investir muito, o A17 pode ser uma opção interessante, principalmente para quem valoriza uma tela Super AMOLED e uma bateria capaz de durar o dia inteiro. O desempenho também é suficiente para jogos mais simples.
O processador Exynos 1330 marcou 608.174 pontos no AnTuTu e sustentou bem tarefas comuns e jogos mais simples, como Free Fire, embora títulos pesados, como Genshin Impact, fiquem abaixo do ideal. A bateria de 5.000 mAh rendeu cerca de 26 horas em uso misto durante os testes, e a Samsung promete seis anos de atualizações, até 2031. O Galaxy A17 de 128 GB pode ser encontrado por R$ 797 na Amazon.
Prós: tela Super AMOLED Full HD+ rara na categoria de entrada; câmera principal de 50 MP com estabilização óptica; bateria de 5.000 mAh com boa autonomia; seis anos de atualização de software.
Contras: peso de 192 g incomoda em uso prolongado; brilho de 800 nits limita o uso sob sol forte; carregador de apenas 15 W na caixa; jogos mais pesados travam;
4. Motorola Moto G86 (256 GB) — a partir de R$ 1.599
O Moto G86 chegou no Brasil em junho de 2025 e também aparece entre os mais vendidos da Amazon na categoria de celulares. O corpo em plástico, disponível em cores Pantone, pesa 185 g e traz certificação IP68/IP69, com proteção contra jatos de água em alta pressão e submersão por até uma hora.
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A tela Super HD pOLED de 6,67 polegadas roda a 120 Hz e conta com suporte a HDR10+, o que garante boa nitidez e fluidez tanto na navegação quanto em jogos leves, conforme o review do Tech Advisor. O processador MediaTek Dimensity 7300, com 8 GB de RAM, entrega uma experiência responsiva no dia a dia, com folga inclusive para títulos como Pokémon Unite e Genshin Impact em configurações mais simples.
A câmera principal de 50 MP, com sensor Sony LYTIA 600, equilibra bem as cores sem exagerar na saturação, enquanto o modo Macro Vision surpreende em fotos de aproximação, ainda que o zoom a distância deixe a desejar. Já a bateria de 5.200 mAh sustenta um dia inteiro de uso, com carregamento de 30 W. Na Amazon, o Moto G86 sai por R$ 1.599 na versão de 256 GB.
Prós: tela pOLED de 120 Hz brilhante e nítida; construção resistente à água com certificação IP68/IP69; interface Android limpa e próxima do sistema original.
Contras: zoom pouco eficiente em fotos a distância; muitos aplicativos pré-instalados; carregamento básico, sem recursos de recarga mais rápida.
5. Samsung Galaxy A57 (256 GB) — a partir de R$ 2.298
Lançado em abril deste ano por R$ 3.599, o Galaxy A57 conquistou o pódio das vendas na Amazon com um acabamento em vidro raro em intermediários dessa faixa. A certificação IP68 e o corpo de apenas 6,9 mm reforçam a sensação de aparelho premium apontada pela nossa análise.
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A tela Super AMOLED+ de 6,7 polegadas roda a 120 Hz e chega a 1.900 nits de brilho, enquanto a câmera principal de 50 MP com estabilização óptica entregou resultados consistentes durante os testes, inclusive em cenas noturnas mais desafiadoras.
O Galaxy A57 consegue extrair ótima qualidade dos registros quando necessário. O mesmo vale para os vídeos, que também apresentam excelente qualidade. O que mais me surpreendeu foi o desempenho em fotos noturnas, além da estabilização eficiente, que ajudou a evitar imagens tremidas ou borradas.
William Guido, da nossa redação, descreve assim o resultado das fotos feitas de madrugada com o modo noturno ativado. O processador Exynos 1680 marcou 1.377.665 pontos no AnTuTu, e a Samsung garante seis anos de atualizações, até 2032.
Contudo, vale mencionar que o carregador incluso na caixa é de apenas 15 W, abaixo dos 45 W suportados pelo aparelho. O Galaxy A57 de 256 GB custa R$ 2.298 no Mercado Livre.
Prós: acabamento em vidro com certificação IP68; tela Super AMOLED+ de 120 Hz e 1.900 nits; câmera principal de 50 MP com boa consistência, inclusive à noite; seis anos de atualização garantidos.
Contras: carregador de 15 W na caixa, abaixo dos 45 W suportados; lente macro de 5 MP pouco útil; leve aquecimento em jogos mais pesados.
6. Apple iPhone 17 (256 GB) — a partir de R$ 5.799
Fechando a lista está o iPhone 17, o mais vendido entre os celulares da Amazon. Lançado no Brasil em setembro de 2025, o aparelho chega com 256 GB de armazenamento e traz a tela ProMotion de 120 Hz para a linha básica da Apple pela primeira vez, contra os 60 Hz das gerações anteriores.
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Rubens Achilles/TechTudo
Depois de meses usando o iPhone 17 como celular pessoal, Brenda Santos resume para o TechTudo a evolução do aparelho:
A chegada da tela ProMotion de 120 Hz — contra 60 Hz dos modelos passados — e das novas câmeras (ultrawide de 48 MP e frontal de 18 MP) aproxima o modelo da experiência dos iPhones Pro e deixa para trás a fama de “basicão”. Depois de mais de seis testes, ficou a impressão de que a Apple refinou bem a experiência.
A câmera frontal de 18 MP, resolução maior até que a dos modelos Pro da própria Apple, entregou selfies bem mais nítidas durante os testes, enquanto o conjunto traseiro, com sensores principal e ultrawide de 48 MP, se manteve consistente em diferentes condições de luz.
O chip A19 sustentou multitarefas sem travamentos perceptíveis, com pontuação de 2.118.123 no AnTuTu, embora o aparelho esquente em sessões mais longas de uso intenso. A bateria variou bastante conforme o tipo de uso durante a análise, exigindo recarga intermediária em dias mais puxados. O iPhone 17 (256 GB) é vendido por R$ 5.799 na Amazon.
Prós: tela ProMotion de 120 Hz, grande evolução em relação à geração anterior; câmera frontal de 18 MP com resolução maior que a dos modelos Pro; desempenho consistente com o chip A19; 256 GB de armazenamento de série.
Contras: zoom digital limitado além do 2x óptico; autonomia pode exigir recarga intermediária em dias de uso intenso; carregador não acompanha o aparelho.
Com informações de Tech Advisor (1, 2).
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