Encontrar o melhor celular até R$ 1.500 costuma exigir algumas concessões, mas dá para chegar perto do ideal escolhendo bem entre as opções disponíveis no mercado. Pensando nisso, reunimos seis modelos avaliados por veículos como nós, do TechTudo, GSMArena, Tech Advisor, Gadgets360 e 91mobiles, todos com preço até R$ 1.500 e perfis bem diferentes entre si.
🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar
📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp
Quanto aos modelos, o Galaxy A07 4G aposta em seis anos de atualização por apenas R$ 836, o Redmi 15C mira quem prioriza tela grande e bateria de 6.000 mAh, e o Moto G56 se destaca pela resistência contra água e poeira, com certificações IP68 e IP69. Já o Redmi Note 15 busca o equilíbrio entre tela, câmera e autonomia por R$ 1.370, enquanto o Galaxy A17 5G fecha a lista trazendo uma tela Super AMOLED pouco comum nessa faixa de preço, por R$ 1.460.
É importante destacar que os valores foram verificados em agosto de 2026 e podem variar conforme cupons e estoque de cada loja.
📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos
🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias
Samsung Galaxy A17
Filipe Salles/TechTudo
🔎Do baratinho ao top: os 10 celulares mais vendidos na Amazon valem a pena?
Initial plugin text
📝 Quais são os melhores celulares custo-benefício de 2025? Confira no Fórum do TechTudo
6 Melhores celulares até R$ 1.500 para comprar em agosto de 2026:
Samsung Galaxy A07 4G — mais barato da lista, com seis anos de atualização;
Motorola Moto G35 — bom desempenho por menos, mas suporte de software limitado;
Xiaomi Redmi 15C — tela grande e bateria de 6.000 mAh;
Motorola Moto G56 — construção resistente com certificação IP68 e IP69;
Xiaomi Redmi Note 15 — equilíbrio entre tela, câmera e autonomia;
Samsung Galaxy A17 5G — tela Super AMOLED em um celular de entrada.
Como escolhemos os celulares?
Escolhemos celulares da linha de entrada de diferentes fabricantes, com foco em aparelhos lançados nos últimos dois anos e com previsão de suporte de atualização por pelo menos três anos. A partir desse recorte, priorizamos ainda modelos avaliados por veículos especializados em tecnologia, dando peso maior a fatores que costumam pesar em celulares de entrada, como autonomia de bateria, suporte de software e desempenho no dia a dia.
A ordem da lista segue o preço de cada aparelho, do mais em conta ao mais caro, o que facilita comparar diretamente as opções dentro do teto de R$ 1.500 estipulado para esta seleção.
O que observar antes de comprar um celular até R$ 1.500?
Nessa faixa de preço, alguns detalhes fazem bastante diferença na experiência final, então vale prestar atenção a estes pontos.
Suporte de software: modelos com mais anos de atualização garantidos tendem a durar mais tempo com segurança em dia, mesmo que o desempenho não acompanhe integralmente os anos prometidos.
Bateria e carregamento: capacidades acima de 5.000 mAh costumam durar um dia inteiro, mas vale checar também a potência do carregador incluso na caixa.
Tela: painéis AMOLED entregam cores mais vivas que os LCD, enquanto taxas de atualização de 90 Hz ou 120 Hz deixam a navegação mais fluida.
Conectividade: NFC e 5G nem sempre estão presentes nos modelos mais baratos, mas fazem diferença para quem pretende usar o aparelho por vários anos.
Desempenho: processadores de entrada dão conta do recado em tarefas básicas, mas é bom conferir se o celular consegue rodar os jogos que você mais usa.
1. Samsung Galaxy A07 4G (256 GB) — a partir de R$ 836
O Galaxy A07 4G é hoje o celular mais barato da Samsung, chegando ao Brasil em setembro de 2025 com uma promessa que chama atenção nessa faixa de preço: seis anos de atualizações de sistema. Apesar da configuração modesta, com apenas 4 GB de RAM, o aparelho lida bem com WhatsApp e redes sociais no uso diário.
Galaxy A07: celular barato da Samsung custa menos de R$ 800; vale a pena?
Traseira do Galaxy A07
Julia Rabaça/TechTudo
O processador MediaTek G99 sustenta títulos leves, como eFootball e Free Fire, sem espaço para jogos mais pesados, como Genshin Impact. Já a tela, ponto fraco do aparelho, aposta em um painel PLS LCD de resolução HD+ e sem proteção Gorilla Glass.
A Samsung erraria menos ao investir em brilho e resolução do que em uma taxa de atualização de 90 Hz que, sozinha, não resolve as limitações do display.
A bateria de 5.000 mAh compensa em parte essas limitações, garantindo cerca de 45 horas de uso em uma rotina moderada, embora o carregador de 15 W torne a recarga completa demorada. O Galaxy A07 4G custa R$ 836 no Mercado Livre.
Prós: seis anos de atualização garantidos; boa autonomia de bateria, com cerca de 45 horas em uso moderado; desempenho estável em tarefas do dia a dia.
Contras: apenas 4 GB de RAM na configuração de entrada; carregador de 15 W estende bastante o tempo de recarga; tela HD+ sem proteção contra arranhões.
2. Motorola Moto G35 (256 GB) — a partir de R$ 1.044
Com preço mais competitivo dentro da linha G, o Moto G35 aposta em um acabamento de couro vegano que passa uma sensação mais premium do que o valor sugere. O chipset Unisoc T760, de 6 nanômetros, cumpre bem tarefas simples, ainda que apresente pequenos engasgos em apps mais pesados, como Google Maps.
Moto G35 é bom? Veja preço e ficha técnica do celular barato da Motorola
Segundo o portal Gadgets360, o desempenho do aparelho chega a superar rivais mais caros em alguns testes de benchmark, incluindo o Galaxy A16 5G, resultado puxado pela eficiência do chipset da Unisoc.
A tela LCD de 6,72 polegadas roda em Full HD+ e alterna entre 60 Hz e 120 Hz, com boa fluidez na navegação, embora a visibilidade sob luz solar direta não seja das melhores. Já a câmera principal de 50 MP entrega fotos nítidas durante o dia, mas a ausência de estabilização de imagem deixa os vídeos visivelmente tremidos.
Além disso, a bateria de 5.000 mAh se destaca pela eficiência do chipset, ultrapassando um dia e meio de uso em testes sintéticos, embora o carregador de 18 W torne a recarga mais lenta que a concorrência. O Moto G35 custa R$ 1.044 na Amazon.
Prós: desempenho equilibrado com o chipset Unisoc T760; câmera principal com boas cores durante o dia; bateria com autonomia de mais de um dia.
Contras: apenas uma atualização de Android garantida; vídeos tremidos pela ausência de estabilização; carregador de 18 W deixa a recarga completa lenta.
3. Xiaomi Redmi 15C (256 GB) — a partir de R$ 1.105
Com tela grande e bateria robusta, o Redmi 15C mira quem prioriza consumo de conteúdo e autonomia acima de tudo. A tela LCD de 6,9 polegadas, com taxa de 120 Hz, torna a experiência de assistir vídeos e rolar redes sociais bem mais fluida do que a resolução HD+ sugere à primeira vista. De acordo com o 91mobiles, o aparelho entrega tela grande e ótima autonomia de bateria por um preço agressivo, mas pesa a mão em câmeras medianas e em um software carregado de anúncios.
Redmi 15C: confira preço e ficha técnica do modelo de entrada da Xiaomi
A bateria de 6.000 mAh foi um dos destaques nos testes da publicação, alcançando resultados entre os melhores já registrados no benchmark PCMark. O carregador de 33 W incluso na caixa completa a recarga de 20% a 100% em pouco mais de uma hora.
As câmeras, por sua vez, ficam devendo em nitidez e fidelidade de cores se comparadas a rivais diretos, com selfies descritas pela publicação como “lavadas”. Já o software HyperOS 2 chega repleto de apps pré-instalados, o que deixa a experiência menos limpa do que poderia ser. O Redmi 15C custa R$ 1.105 na Amazon.
Prós: tela grande de 6,9 polegadas com 120 Hz; bateria de 6.000 mAh com ótima autonomia; design com acabamento mais premium do que sugere o preço.
Contras: painel LCD com resolução HD+ e entalhe datado; carregador limitado a 33 W; apenas duas atualizações de sistema prometidas, em uma interface carregada de apps pré-instalados.
4. Motorola Moto G56 (256 GB) — a partir de R$ 1.299
O Moto G56 se diferencia pela resistência, já que a traseira tem material texturizado que imita couro garante boa aderência, enquanto as certificações IP68 e IP69 protegem o aparelho contra água e poeira em um nível pouco comum na categoria.
Moto G56 é bom? Veja preço e ficha técnica do celular da Motorola
O Tech Advisor destaca que a maioria dos dias de teste terminou com mais de 40% de bateria restante, mesmo em uso considerado pesado, resultado da unidade de 5.200 mAh do aparelho.
O processador MediaTek Dimensity 7060 dá conta de jogos otimizados, como PUBG Mobile e Call of Duty Mobile, embora a publicação tenha notado certo atraso ao alternar entre lentes da câmera. A tela LCD de 6,72 polegadas roda a 120 Hz e atinge 1.000 nits de brilho máximo, mas fica sem suporte a HDR.
A câmera principal de 50 MP entrega bons resultados em boa iluminação, ainda que sem estabilização óptica, e o aparelho ainda mantém a rara entrada para fone de ouvido de 3,5 mm. O Moto G56 custa R$ 1.299 na Amazon.
Prós: bateria de 5.200 mAh com autonomia acima de um dia; tela de 120 Hz com brilho de 1.000 nits; certificações IP68 e IP69 de resistência, raras nessa faixa de preço.
Contras: carregamento limitado a 30 W; tela sem suporte a HDR; apenas dois anos de atualizações do Android garantidos.
5. Xiaomi Redmi Note 15 (256 GB) — a partir de R$ 1.370
O Redmi Note 15 se posiciona como uma opção equilibrada, sem tentar se destacar em um único aspecto, mas também sem grandes deslizes ao longo do pacote. A tela AMOLED de 120 Hz, com suporte a HDR10+, está entre os pontos mais elogiados do aparelho.
Redmi Note 15 5G: preço e ficha técnica do celular custo-benefício da Xiaomi
O Redmi Note 15 tem traseira em plástico reforçado e deixa poucas marcas de dedo com o uso
Filipe Salles/TechTudo
O GSMArena aponta que o Redmi Note 15 não busca impressionar com um recurso isolado, mas evita erros grandes e entrega uma experiência confiável e previsível no dia a dia.
No quesito câmera, a lente principal de 108 MP captura fotos detalhadas tanto de dia quanto à noite, embora o conjunto não conte com lente telefoto e os vídeos em 4K fiquem sem estabilização. Já o processador Snapdragon 6 Gen 3 se destaca pelo bom controle térmico, ainda que o desempenho gráfico seja apenas modesto para jogos mais pesados.
A bateria também recebeu elogios da publicação, com autonomia bem acima da média da categoria, enquanto o carregamento de 45 W, sem ser o mais rápido do mercado, cumpre bem o papel no dia a dia. Atualmente, o Redmi Note 15 custa R$ 1.370 na Amazon.
Prós: tela AMOLED de 120 Hz com suporte a HDR10+; câmera principal de 108 MP com boas fotos de dia e à noite; bateria com ótima autonomia e bom controle térmico.
Contras: conectividade ainda limitada ao Wi-Fi 5; sem lente telefoto e vídeo 4K sem estabilização; desempenho gráfico apenas modesto em jogos mais pesados.
6. Samsung Galaxy A17 5G (256 GB) — a partir de R$ 1.460
Fechando a lista, o Galaxy A17 5G se destaca por trazer uma tela Super AMOLED, recurso raro entre os concorrentes dessa faixa de preço. Lançado no Brasil em setembro de 2025, o aparelho também conta com seis anos de atualizações prometidos pela Samsung.
Review Galaxy A17 5G: celular barato entrega bem o básico, mas sem novidades
Tela de bloqueio do Samsung Galaxy A17
Julia Rabaça/TechTudo
A câmera principal de 50 MP ganhou estabilização óptica nesta geração, embora a evolução geral do conjunto seja pequena frente ao Galaxy A16.
A lente macro do A17 é dispensável, já que resultados melhores podem ser obtidos simplesmente recortando fotos tiradas com a câmera principal.
O processador Exynos 1330 lida bem com tarefas do dia a dia e roda títulos leves, como Free Fire e Marvel: Torneio dos Campeões, sem grandes dificuldades, embora jogos mais pesados, como Genshin Impact, fiquem fora do alcance do aparelho.
Enquanto a bateria de 5.000 mAh acompanhou bem uma rotina moderada de uso nos testes, chegando a cerca de 26 horas de autonomia, mas o carregador de 15 W incluso na caixa torna a recarga completa mais demorada do que poderia ser. No momento da apuração da matéria, o modelo custa cerca de R$ 1.460 na Amazon.
Prós: tela Super AMOLED com boas cores e bom contraste; câmera principal com estabilização óptica; seis anos de atualização prometidos.
Contras: brilho de apenas 800 nits limita o uso sob sol forte; lente macro de 2 MP dispensável; pouca evolução de hardware frente ao Galaxy A16.
Com informações de TechTudo (1, 2), GSMArena, Tech Advisor, Gadgets360 e 91mobiles.
Mais do TechTudo
📽️Assista: Quer um CELULAR NOVO? 3 coisas — ALÉM DA CÂMERA — para ficar ATENTO!
Quer um CELULAR NOVO? 3 coisas — ALÉM DA CÂMERA — para ficar ATENTO!
Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.